Indic que os GPs têm um controle reduzido sobre a escala dos serviços proporcionados, com contratantes - incluindo o setor comercial - agora responsável para proporcionar serviços “apropria para encontrar as necessidades razoáveis… de pacientes”.
O professor Allyson Pollock, do centro para a política sanitária pública internacional na universidade de Edimburgo, disse: “A ameaça, que vem de permitir que os serviços do GP sejam abertos às empresas privadas, foi jogada para baixo pelos governos em Inglaterra, em Scotland e em Wales. O governo discute que as práticas do GP foram sempre empresas de pequeno porte. Entretanto, este argumento negligencia a perda de controles fortes do público e do profissional e da comercialização que foi introduzida sob as reformas as mais atrasadas.
“Sob os contratos novos o setor comercial tem uma quantidade enorme de flexibilidade reduzir e mudar o nível de provisão de serviço. O interesse é que quando o setor comercial está proporcionando serviços, lucros e as necessidades de acionistas vêm antes daquelas dos pacientes. A pesquisa nos E.U. mostra que a comercialização dos cuidados médicos está acompanhada da perda de autonomia e de reduções profissionais nos padrões e da qualidade do cuidado e do acesso.”
Os investigadores advertem que as estruturas nacionalmente concordadas para o pagamento e as circunstâncias igualmente não podem ser aderidas a porque os fornecedores comerciais da atenção primária têm a liberdade para controlar o risco financeiro por custos da equipe de funcionários da reestruturação e para reduzir desse modo níveis e qualidade da provisão.
No Reino Unido, há mais de 30 corporaçõs comerciais que entregam agora serviços do GP através dos contratos comerciais.
O professor Pollock disse: “A comercialização de serviços do GP corrmoerá mais a equidade no sistema. Toda a estes muda uma quantidade a uma perda de responsabilidade pública e o controlo governamental e aquele estão preocupando-se muito para o público e para pacientes. A legislação que introduziu o GP que novo o contrato deve ser revisto com urgência, especialmente em Scotland e em Wales onde a saúde é devolvida e onde os governos está escolhendo se abster de mercados dos cuidados médicos.” |