(FONTES: Sept. 5, 2007, teleconferência com Julie R. Gralow, M.D., professor adjunto, oncologia médica, universidade da Faculdade de Medicina de Washington, Seattle; M. Catherine Lee, M.D., conferente clínico, departamento da cirurgia, centro detalhado do cancro da Universidade de Michigan, Ann Arbor; Alastair Thompson, M.D., professor, oncologia cirúrgica, universidade de Dundee, Scotland; N. Lynn Henry, M.D., Ph.D., conferente clínico, centro detalhado do cancro da Universidade de Michigan, Ann Arbor; sumários do estudo, simpósio do cancro da mama, San Francisco)
QUINTA-FEIRA, Sept. 6 (notícia de HealthDay) -- Os estudos novos do primeiro simpósio anual do cancro da mama vertem a luz em diferenças raciais no cancro da mama, como não furar com tratamento pode afetar a sobrevivência, e como os efeitos secundários irritantes fazem com que os povos parem suas terapias.
O simpósio, realizado em San Francisco, co-sponsored pela sociedade americana da doença do peito, pela sociedade americana de cirurgiões do peito, pela sociedade americana da oncologia clínica, pela sociedade americana para a radiologia e a oncologia terapêuticas, pelo consórcio nacional de centros do peito, e pela sociedade da oncologia cirúrgica. |