A equipe gravada e coletou então a planta disponível dos locais diferentes onde os povoamentos de floresoes atlânticos estão ainda atuais. Isto envolveu 26 pontos de amostragem espalhados sobre um retângulo 4000 quilômetros de comprimento por 500 quilômetros de correspondência larga ao todo da área da distribuição deste ecossistema. Corresponderam a 26 populações diferentes do Podocarpus.
Este primeiro estágio da investigação permitiu a caraterização genética exata subseqüente de cada população. Paralelamente, seis núcleos sedimentares foram tomados nas latitudes diferentes onde a floresta atlântica ainda cresce de modo que a análise pudesse ser feita da freqüência das grões do pólen que pertencem ao género do Podocarpus contido nas várias amostras coletadas. A perfuração afundada em Colônia (ver o mapa) no estado de São Paulo rendeu uma exibição do núcleo que a freqüência destas grões do pólen flutuou com tempo; as fases de expansão e de regressão deste táxon (3) sucederam um outro por períodos de comprimento de variação. A evidência para uma ascensão na freqüência de grões do pólen do Podocarpus foi encontrada por períodos entre de 60 000 e 45 000 anos de BP, então entre 29 000 e 21 000 anos de BP no sul de Brasil e entre 16 000 e 15 000 anos de BP na região de Nordeste. Estas ascensões de flutuação que ocorreram durante épocas do glaciation corresponderiam às fases de expansão da floresta atlântica nestas regiões.
A fim testar esta hipótese, a equipe Franco-Brasileira usou técnicas da biologia molecular. Para cada um das 26 populações pre-selected, os investigadores coletaram as folhas de cinco árvores individuais do género do Podocarpus de que extraíram o ADN. A amplificação da seqüência de Nucleotide foi executada, então análise phylogenetic. A comparação foi feita entre essa análise e o nível de diferenciação genética entre cada população do Podocarpus. Os cientistas sucederam assim em limitar três grandes centros da colonização original distribuídos de acordo com a latitude.
A aproximação multidisciplinar igualmente mostrou que a expansão de populações tropicais das coníferas nunca ocorreu durante períodos interglacial, em contraste com o que aconteceu geralmente em nossas latitudes temperadas. Nos tropics, as populações do Podocarpus que compo a floresta atlântica ganharam terreno de fato em períodos glacial devido a um aumento na umidade e a refrigerar das temperaturas. Presentemente, na região de Nordeste onde um clima mais árido prevalece, esta floresta tropical húmida ocorre sob a forma das populações isoladas pequenas. Não obstante, não foi sempre como aquela. Nessa parte do país, o estudo confirmou a noção que uma floresta húmida densa desenvolveu em 15 000 anos de BP. No espaço de aproximadamente 10 anos, sua expansão extremamente rápida, sobre uma área duas vezes o tamanho de France, foi tornada possível somente pela presença de um mosaico de uma multidão de remendos da floresta, dispersados agora escassa sobre este terreno árido. As predições para mudanças de clima para as próximas décadas prevêem um aumento na duração e na intensidade dos períodos de seca nas regiões intertropical, como em Nordeste. Se esta tendência persiste, a proteção de tais áreas da sobrevivência da floresta atlântica de Brasil, estas refugia, tornar-se-á essencial para a conservação deste ecossistema |