Determinados parâmetros variam dependendo das regiões do mundo visto que outro actuam na escala global. As interações entre o clima e a emergência da cólera devem conseqüentemente ser estudadas região por região. A pesquisa foi em curso em Bangladesh e igualmente em Ámérica do Sul por muitos anos, mas poucos estudos têm sido conduzidos até agora em África. Contudo é nesse continente que a situação da saúde pública está dando a maioria de motivo de preocupação.
Um estudo publicou por cientistas da pesquisa do Laboratoire de Génétique e as doenças Infectieuses do DES da evolução (GEMI), unidade de pesquisa misturada IRD/CNRS (2), são as primeiras para render a evidência das correlações entre a manifestação de epidemias da cólera e dados climáticos em 5 países da África Ocidental (Togo, Costa do Marfim, Ghana, Benin e Nigéria). A equipa de investigação setup uma base de dados epidemiológica fundada nos casos gravados pelo WHO durante um período de 20 anos, entre 1975 e 1995, em cada um destes países. A comparação destas figuras com parâmetros de variações locais e globais do clima mostrou os fatores envolvidos particular para estar a um volume de precipitação e o índice indiano da oscilação (IOI), um indicador da variabilidade global do clima construiu das variações na pressão atmosférica no Oceano Índico. Os valores deste índice abaixam do que - 1 mostrou uma associação com um evento morno tal como um aumento na temperatura de superfície do mar. Ao contrário, os valores acima de +1 coincidiram com os eventos frios.
O regime anual da precipitação e os IOI actuam no ambiente aquático em que os cholerae do Vibrio se tornam (estuários, costas de mar, camas de rio e assim por diante). No selvagem, o bacilo vidas da cólera em contato com crustáceos aquáticos pequenos, copepods, é um componente do zooplankton. Estes animais microscópicos, que constituem o reservatório principal da bactéria, alimentação no phytoplankton. Têm conseqüentemente uma tendência reunir-se nas zonas onde a densidade de algas microscópicas é a mais elevada. Este relacionamento é fundamental importante. Fornece meios monitorar as áreas ricas no plânton pela deteção remota, e conseqüentemente detetar do espaço os reservatórios potenciais para o Vibrio em torno das costas.
As manifestações de cólera aparecem irregular e, em ordem melhor para compreender a dinâmica de teste padrão epidémica, os investigadores de GEMI usaram uma ferramenta estatística adaptada que favorecesse um método de análise do wavelet. Este processo novo permite a comparação das freqüências de manifestações epidémicas com uma escala dos parâmetros climáticos ou ambientais (índice da variabilidade do clima, volume de precipitação, concentração do phytoplankton perto das costas). Esta aproximação igualmente toma em consideração a variação aleatória das freqüências da emergência de focos epidémicos.
A equipa de investigação assim lig com sucesso o número de novos casos da cólera primeiramente ao índice global da variabilidade do clima e então às leituras mensais da precipitação entre 1989 e 1994. Para esse período, uma freqüência de uma ocorrência epidémica de 2 a 3 anos foi indicada para os países estudados, à exceção da Costa do Marfim. Uma correlação significativa foi observada igualmente entre o IOI e o regime anual da precipitação para estes mesmos quatro países. Além disso, a análise da variabilidade interannual de uma precipitação entre 1975 e 1996 indicou a existência de um ciclo de 3 a 5 anos de comprimento na aparência da doença para o todo das áreas cobertas pelo estudo. Os IOI e o volume de precipitação são conseqüentemente duas variáveis climáticas que parecem ser correlacionadas fortemente com a aparência de focos epidémicos da cólera. Os últimos tornam-se geralmente durante períodos sazonais mas seu período do ritmo pode igualmente exceder o ciclo anual (entre 2 a 5 anos). Ou seja os relacionamentos indiretos entre variações climáticas ou variações no volume da precipitação e emergência dos focos da infeção podem persistir por diversos anos. Estes resultados concordam com os aqueles obtidos previamente em Bangladesh e em Ámérica do Sul.
Sobre os anos de vinda, os resultados deste trabalho de pesquisa devem contribuir à criação de um sistema de alerta rápida que leve em conta parâmetros climáticos para a predição da dinâmica da epidemia da cólera. Isso deve facilitar a organização de ações da prevenção, tais como esquemas da filtragem da água bebendo, e o planeamento da provisão do cuidado para povos fornecendo jogos médicos e jogos do rehydration. Este tipo da aproximação podia igualmente ser aplicado à compreensão e à prevenção de outras doenças clima-sensíveis tais como a malária, a dengue e outras doenças vetor-carregadas.
###
Grégory Fléchet - DIC |