Totais, 22.6 por cento dos participantes do estudo eram fumadores atuais no início do estudo e 41.6 por cento eram fumadores passados, os investigadores relatam na neurologia médica do jornal.
Os investigadores relatam que 10.3 por cento dos participantes desenvolveram a demência e sobre três quartos destes foram diagnosticados com doença de Alzheimer.
Após o ajuste para a idade e o género, os investigador encontraram que os fumadores atuais tiveram um risco 47 por cento mais elevado de demência e um risco 56 por cento mais elevado de doença de Alzheimer do que aqueles que nunca fumado. Os aumentos correspondentes no risco para fumadores anteriores eram 15 por cento e 17 por cento.
Breteler e os colegas promovem investigaram a associação entre o fumo e o desenvolvimento da demência entre os participantes que fêz ou não carreg o formulário e4 do gene do apolipoprotein que é associado com um risco aumentado para a doença de Alzheimer.
Encontraram que o efeito do fumo está pronunciado mais nos povos sem a variação e4, possivelmente porque os portadores e4 “podem ter um risco aumentado de doença de Alzheimer de tal maneira que outros fatores de risco não aumentam o risco mais.”
FONTE: Neurologia, setembro 2007.
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