Leung, na Universidade do Califórnia, San Francisco, e colegas conduziu um estudo de 190 idades 65 dos pacientes ou mais velho quem se submeteu à cirurgia principal do noncardiac que exige a anestesia. Totais, 15.3 por cento desenvolveram o delírio postoperative no primeiro ou segundo dia após a cirurgia.
A análise do ADN mostrou que 46 pacientes (24.2 por cento) carreg pelo menos uma cópia do alelo de APOE e4.
“A presença de uma cópia do alelo e4 foi associada com um risco aumentado de delírio postoperative adiantado,” os investigador relatam no Anesthesiology médico do jornal.
Após ter esclarecido os efeitos de fatores de risco demográficos e clínicos conhecidos, os portadores de APOE e4 tiveram 3.6 vezes que o risco de delírio postoperative comparou com os portadores non-e4.
Leung e os colegas recomendam uns estudos mais adicionais determinar como APOE e4, que tem sido associado previamente com o risco aumentado de demência e de declínio cognitivo, aumenta o risco de delírio postoperative -- e se os pacientes com delírio postoperative e o alelo de APOE e4 igualmente têm um risco mais elevado para um prejuízo cognitivo mais adicional.
FONTE: Anesthesiology, setembro 2007.
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