No fim do primeiro ano, 16 eram self-monitoring sua glicose de sangue, mas somente 10 ainda estavam fazendo assim na entrevista final. E muitos pacientes que continuaram a monitorar sua glicose tinham cortado para trás na freqüência do teste.
Um tema que emergeu era que os pacientes duvidaram seus médicos foi referido sobre os resultados do self-monitoring.
Uma outra edição comum era que os pacientes não souberam o que fazer se sua leitura era elevada. As reações variaram do “puzzlement à grande ansiedade,” com alguns pacientes que pensam que a glicose elevada nivela significou que “devem estar inoperantes.”
Além disso, pareceu que os pacientes não usavam os resultados do self-monitoring para guiar mudanças a longo prazo do estilo de vida.
A casca e associados registraram as razões pelas quais os pacientes pararam ou continuaram o self-monitoring. Os pacientes, particular mulheres, pararam frequentemente porque se responsabilizaram quando os níveis da glicose eram elevados. Alguns interromperam porque acreditaram que poderiam detetar quando seus níveis da glicose estavam, quando outro fizeram assim porque suas leituras tinham estabilizado.
Alguns dos pacientes que continuaram a monitorar níveis da glicose de sangue disseram que fizeram assim porque teve a parte tornada de sua rotina ou porque sentiram consolados mantendo sobre seu estado de saúde.
A casca e os co-investigador emfatizam que “o papel de profissionais de saúde é crucial” em educar pacientes em “se, quando, e como devem ser o self-monitoring.”
FONTE: BMJ em linha primeiramente, 30 de agosto de 2007.
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