Alguns processos bioquímicos, especialmente aqueles nas bactérias, foram tão bons estudados lhe supor que nenhuma descoberta está deixada para ser feita. Não assim, despeja, para os investigadores de Johns Hopkins que tropeçaram na identidade de uma enzima que fosse um mistério por mais de 30 anos. O relatório aparece na estrutura.
“Era realmente completamente uma surpresa quando nós realizamos que nós tínhamos descoberto o jogador desconhecido em como as bactérias fazem o folate da vitamina de B, um jogador que nós conhecêssemos desde de 1974,” dizemos o autor L. Mario Amzel, Ph.D., professor e diretor do estudo da biofísica e da química biofísica em Hopkins. A “investigação básica pode ser tão serendipitous às vezes.”
Amzel e o colega Maurício Bessman e seus laboratórios eram no meio sistematicamente de caraterizar como os membros de uma família de enzimas relacionadas nas bactérias podem reconhecer moléculas específicas. Com cada membro da família, isolou a enzima purified, cresceu cristais da enzima pura, e figurou para fora a estrutura 3-D da enzima usando as técnicas que usam raios X. |
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Armado com a estrutura 3-D, usaram então o computador que modela para analisar como a enzima liga a e actua em uma outra molécula, sua carcaça.
“Nós ainda não soubemos que era qualquer coisa especial até que Maurício começou procurarar publicações velhas,” diz o estudo Sandra Gabelli autor, Ph.D. “como despeja, Suzuki e colegas de trabalho em 1974 tinha publicado a evidência de uma enzima nas bactérias Escherichia Coli com caraterísticas similares a nossas que poderiam iniciar a biosíntese do folate.”
“Assim nós tivemos que pedir, podemos as bactérias fazer o folate se nós removemos o "" do gene orf17 dizemos Amzel. Bessman e os colegas então “bateram-para fora” o gene e, predizìvel, as bactérias fizeram a 10 vezes menos folate do que usual.
“Era uma descoberta tão doce,” diz Gabelli. “É descoberta científica a maneira antiquado, encontrando que algo que nós não procurávamos.”
Os mecânicos atrás de como as bactérias fazem o folate são do interesse particular aos cientistas que querem projetar umas drogas anti-baterianas mais poderosas. Os seres humanos não podem fazer o folate porque não têm alguma da mesma maquinaria molecular. Conseqüentemente, é possível projetar as drogas que alvejam a maquinaria bateriana do folate que não conduziria aos efeitos secundários nos seres humanos.
Sua descoberta, diz Amzel, identifica contudo um outro alvo anti-bateriano potencial. “Nós não estamos nesse negócio do projeto da droga -- nós somos centrados sobre os princípios, figurando para fora como as coisas trabalham,” o dizemos. “Nós esperamos que outro podem se usar o que nós encontramos para fazer a drogas novas.”
A pesquisa foi financiada pelos institutos nacionais da saúde.
Os autores no papel são Gabelli, Mario Bianchet, WenLian Xu, Christopher Dunn, Zhi-Dian Niu, Amzel e Maurício Bessman, todo o Hopkins.
Na correia fotorreceptora: http://biophysics.med.jhmi.edu/BIOPHYS/ http://www.structure.org/
Fonte: Nick Zagorski As instituições médicas de Johns Hopkins |
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